quarta-feira, 24 de março de 2010

Foi um prazer ter te conhecido...

Chegou o fim do mundo! Muitas pessoas podem não acreditar, ou mesmo dar risada disso, mesmo sem perceber que o fim do mundo chegou, e não é brincadeira, ele está acontecendo e ninguém está vendo.

Não venho falando apenas de mudanças climáticas, aquecimento global, desmatamentos, poluição de rios e lagos, que o tempo hoje já nos deixa saindo de casa para o trabalho indecisos, se levamos casaco, guarda chuva, óculos de sol, bote, ou o kit completo. O fim do mundo está muito mais próximo de nós e não estamos pensando/vendo, ou fingimos em não ver. O mundo além de estar acabando está se perdendo, pois estamos deixando tudo o que há de bom escorrer por entre os dedos.

Quantas pessoas estão morrendo por ações irresponsáveis de outras pessoas, quantos acidentes causados por pessoas embriagadas acontecem no mundo por dia, quantas pessoas se drogam todos os dias, uma epidemia de drogados se expande pelo mundo a fora, e só aumenta dia a dia.

Pessoas fazem mal só por fazer, parecem gostar da desgraça dos outros, de ver pessoas perdendo tudo, sofrendo, morrendo. É só acompanhar os noticiários, e ficamos espantados com o que está acontecendo, ou com o que as pessoas estão fazendo. É impossível até hoje para eu acreditar que uma enfermeira dava morfina para bebes recém nascidos, para que parassem de chorar, ou para sei lá o que. É impossível admitir que uma pessoa dessas continue a solta pelo mundo, ainda mais alegando fazer isso pelo fato de não ter conseguido ser médica, apenas enfermeira.

Ouve-se histórias dos mais antigos contando como era em sua época, do respeito que tinham os jovens com seus pais, com seus avós, com as pessoas mais velhas em geral. Das surras que levavam, às vezes por tão pouco, por responder alguma coisa, por não obedecer na hora que eram solicitados. Hoje dar um tapinha em um filho pode levar à cadeia e a perda da guarda. Seria por esse motivo que os jovens de hoje estão tão assim, nem sei como explicar, mas assim tão impossíveis, tão largados, vulneráveis às drogas, alcoolismo, à pedofilia, prostituição, à própria preguiça?

Me contava uma professora dia desses em um momento de conversa, que solicitou um trabalho às turmas de uma escola de ensino médio, e devido a pequena quantidade de livros existentes na cidade, acabou que deu um prazo maior para uma das turmas, e terminado esse prazo, chegou o dia de entregar o trabalho, um dos alunos chegou a professora e disse que não teve tempo de ler o livro e de fazer o trabalho para entregar. A professora disse que não era problema dela se ele não tinha tempo, fora do horário escolar, se ele tinha cursinho pré-vestibular, academia, isso e aquilo, o que ele tinha que fazer era entregar o trabalho, e se não entregasse, não tinha como dar nota, pois nada tinha em mãos para avaliar. Esse aluno, portanto indignado com a reação da professora, foi para casa, falou para seus pais e como já havia dito à professora, seus pais foram à escola conversar com a diretora, pois além do filho não ter feito o trabalho, a razão era dele, não da professora.

Em que mundo vivemos? O que os pais estão pensando com isso, o que estão querendo? É impossível de acreditar que os pais de um aluno façam uma coisa dessas. O mundo se acaba por aí, isso é o fim do mundo.

O mundo está acabando com os jovens de hoje, pois em meu tempo não funcionava assim, e isso que a diferença do meu tempo que digo é de apenas cinco anos. É trágico ver isso, no meu tempo de estudante, os alunos se puxavam para fazer tudo, eram interessados, gostavam de tudo que era novidade, participavam das aulas.

Um exemplo claro disso é a Miniempresa, projeto onde alunos aprendem a formar uma empresa, produzir, vender, e fazer o fechamento dela, onde ocupam uma noite da semana, das 19h às 22h 30min, durante 15 semanas. Participei como aluno em 2004, quando estava no segundo ano do Ensino Médio, em 2008 e 2009, fui um dos professores da Miniempresa, mas me espanto da falta de interesse e vontade que esses alunos tem. Alegam não ter tempo, morar longe, não podem por isso e por aquilo. Mas pergunto, como tem tempo para ficar até 1h da madrugada conversando com amigos ou até com desconhecidos na internet? É longe morar há duas quadras da escola onde acontecem os encontros da Miniempresa?

Uma questão a ser avaliada é se a revolução tecnológica que nos é oferecida hoje, veio para o bem ou para o mal. MSN, orkut, e-mail, facebook, twitter, celular, notebook, gente o mundo moderno é interessante, mas também preocupante.

Também me pergunto às vezes como os jovens vão se interessar pelas coisas se o exemplo dado pelos nossos políticos são os piores possíveis. Na verdade acredito que políticos nunca foram exemplo de honestidade, exemplo de nada bom, nada útil. Conheço pouco sobre política, tenho conhecimento de alguns pequenos fatos políticos acontecidos no município em que moro, o que me deixa com nojo de tudo isso e me faz deixar de sonhar em ser um dia um grande político. Essa sujeira não me pertence.

Imaginem por um momento as crianças de hoje ligando a televisão e além de desenhos violentos, de briga, de guerra, de lutas, idiotices que fazem sucesso, verem os políticos guardando dinheiro na cueca e nas meias, para o futuro deles vão pensar no mesmo, ainda mais com os pais que não se preocupam com o que os filhos estão assistindo, com o que estão aprendendo, e o pior, mandando as crianças para a escola onde pensam que tem que ser além de ensinados, educados.

Acordem, educação se dá em casa! Pais, pensem o que está acontecendo com os jovens, tenham uma atitude, mudem e não deixem o mundo se acabar desta maneira. E quem não é pai ou mãe ainda, pense muito bem antes de ser, pois se não forem tomadas atitudes agora, não vale a pena ter um filho, trazê-lo ao mundo para o qual está se acabando, evitem o sofrimento deles e dos que aqui ainda tentam fazer as coisas valer a pena.

Foi um prazer ter te conhecido e feito parte da sua história, o fim do mundo chegou, mas não é tarde para tentar mudar isso.

sábado, 13 de março de 2010

Sonhamos...

Hoje vou fazer minhas palavras em um enxuto texto, mas que fala a simplicidade do oceano, um pouco do que sonho para eu mesmo, do que espero para eu, e que sei que você deve esperar também para você.

Quem sou eu? Sou alguém que vive a realidade que tem, mas que sonha bem, mas bem alto, e um dia, ainda não descobri como, vou chegar bem lá no alto e realizar todos os meus sonhos. Bobo é quem não sonha alto, pois nem se permitir a sonhar é como se estivesse morto. Um dia eu encontro um verdadeiro amor, que precise de eu para estar ao lado, não apenas por interesses, mas para ser um porto seguro. Um dia ainda me realizo profissionalmente. Um dia compro a minha casa, como sempre sonhei. Um dia compro o carro dos meus sonhos. Farei e terei tudo isso, pode demorar, mas vou ter, e sempre lembrando de onde eu sai.Por isso eu sonho bem alto, mas vivo com os pés bem no chão.

Porque sonhar não custa, e dos nossos sonhos faremos nossa futura realidade. Só lembrando que esses sonhos são os sonhos que temos acordados, não as confusões que passam em nosso pensamento durante o sono.

Sonhos Perdidos

Quanto tempo de sonhos perdidos...

A vida passa e a gente não vê...

Um dia veremos que tudo passou...

E nada demais aconteceu...

Pessoas partiram, nos deixaram aqui...

Foram morar em outros lugares...

Ou foram e não voltaram mais...

Ficamos aqui sozinhos,

Vendo a vida passar em vão.

Sonhando é claro...

Com um pouco de tudo,

Com mais felicidade, mais dinheiro,

Mais amigos, amores, trabalhos,

Carreiras brilhantes...

Mas tudo não passa de sonho...

Depois de tanto sonharmos,

Chegaremos à conclusão,

De que partir também seria o melhor!

[André Luís Rech!]

quinta-feira, 11 de março de 2010

Parceiro Voluntário...

Bom, retornando à vida de trabalho e conhecimentos, chega de passear e viajar. (rsrsrs)

Nada me deixa melhor comigo mesmo do que ajudar as outras pessoas, ajudar ao próximo, fazer bem a alguém. Se eu tenho, e outro não tem, porque não dividir? Porque não ceder um pouco do meu bastante para o nada do outro? Sou parceiro voluntário, trabalho sem ter rendimentos financeiros, vivo da alegria das pessoas, de ver o sorriso de uma criança ganhando um presente, uma bala, um doce, de um adulto ganhando comida para alimentar os de casa, a gratidão de um; “Muito obrigado!”.

Esse ajudar se torna tão prazeroso, que acaba por ser inexplicável. Um dos meus grandes sonhos, que não são poucos, convenhamos, seria de voluntariamente trabalhar ajudando pessoas que perderam tudo, como na tragédia do Haiti, um país onde 1% das pessoas é rica, e os outros 99% não são pobres, são miseráveis, e mesmo sem nada, tem que recomeçar tudo. Já se diz por aí, que melhor é ajudar do que ser ajudado. E eu concordo e sempre falo. Por exemplo, para doar sangue, não dói, é de graça e ajuda a muitas pessoas. Ser um Parceiro Voluntário e abraçar a causa de diversos projetos é muito gratificante. Ensinar às crianças, não apenas faz bem, mas também se aprende bastante. Acaba por se ver tamanha importância que tem um professor, a responsabilidade que tem um professor, e o respeito, que nós alunos também devemos ter.

Parceiro Voluntário, algo que está na minha vida desde 2002, quando começando pela escola a limpar um terreno baldio, ajuntando lixo, depois em 2003 pelo projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania, quando participava por duas escolas. Em 2004 e 2005 fui aluno líder da Tribo Teofânia, quando aconteceu o grande marco do voluntariado em minha vida. Uma das nossas atividades era fazer e doar tocas de lã para crianças pobres da escola, então nos reuníamos em casa à noite e fazíamos tricô, acreditem, eu sei fazer, uma das diversas coisas que também aprendi a fazer como voluntário, trabalhamos várias e várias noites, até estar prontas as tal tocas, e no dia da entrega, chegamos na escola, quando entregando para as crianças, uma delas pega a toca da minha mão, me agradece dizendo “-Tio, muito obrigado, agora não vou mais passar frio para vir para a escola!” No mesmo momento em que me deu um abraço. Desde então, prometi para eu mesmo que jamais vou deixar de ser Parceiro Voluntário.

Ingressei também no Vida Urgente, no Projeto Miniempresa, doador de sangue, fotógrafo voluntário no Ronda da Cidadania, e assim por diante, um trabalho que sempre me faz bem, e que sempre vou fazer, não apenas por promessa, mas por caráter de ajudar ao próximo, e quem sabe um dia ser reconhecido junto aos tantos que trabalham ocultos, mas fazendo bem aos outros.

Lembrando também que sempre de uma maneira você está ajudando a alguém, não precisa estar ajudando uma velhinha a atravessar a rua, ou dando dinheiro a um mendigo na rua, dando comida para uma pessoa com fome, ajuntando um papel jogado no chão, ou ainda separando o lixo em casa (isso que é OBRIGAÇÃO), mas podes estar ajudando aleguem com o simples fato de existir, de estar presente na vida de algumas pessoas, alegrando corações e deixando pessoas felizes.

Parceiro

Ajudar sempre

Sem olhar a quem

E de retorno esperar, nada.

Se acaso vier, um obrigado

Parabéns, conseguiu

O melhor do Voluntário

Ajudar sempre

Todos a sua volta

O triste, o pobre

O alegre, o rico

Quem é que não precisa de uma mão amiga

Se for com comida, dinheiro

Ou mesmo uma palavra de conforto

Sabe que você ajuda mesmo sem saber

Deixa corações alegres todos os dias

E o motivo, é bem simples

Simplesmente porque você existe.

[André Luís Rech!]

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Mulher... Mulher...

Bom, pensei eu ficar sem postar aqui até a volta das minhas férias, mas estava despercebido de que existe uma data neste período e eu não posso deixar passar de forma alguma sem minhas palavras expor. O dia 8 de março é preenchido pelo Dia Internacional da Mulher, originado no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos, a data marca as manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto. Data adotada pelas Nações Unidas, em 1975, lembrando as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo. Hoje o Dia da Mulher mais é usado para fins comerciais, perdendo parcialmente o significado original.
Mas deixamos a história um pouco de lado e falamos das mulheres, loiras, morenas, ruivas, brancas, negras amarelas, gordinhas, magrinhas, altas baixas. Cada uma com sua forma, cada uma com sua cor, com seu estilo, com seu charme e com seu dom. Mulheres, não há como viver sem, nossa vida nos dá início dentro de um ser tão perfeito desses, a natureza é mesmo inexplicável. De duas células acabam surgindo pessoas, até parece inacreditável, mas é o que nos trouxe até aqui.
Não sou nenhum expert em mulheres, mas na minha vida, tive mulheres inesquecíveis, por me fazer bem, e por me fazer mal. Muitas vezes chorei por mulheres, nossa, isso é verdade, até pensei agora, que burro fui. Mas não me arrependo, chorei algumas vezes de alegria porque amava de verdade e era amado, e por gostar das coisas simples da vida. Simples motivos ou motivos muito complexos fizeram isso acabar. Também tive alguns casos que chorei por sofrer por alguma mulher, acreditem, perdi meu tempo durante anos sofrendo por uma pessoa que hoje tenho que agradecer por isso tudo. Obrigado, mas muito obrigado mesmo, nesse tempo todo aprendi, e aprendi muito, aprendi a dar valor aos meus sentimentos, a dar valor a mim mesmo, a dar valor à vida e aprendi a amar quem me faz bem, quem vale a pena.
Imagino que um dia alguma mulher vai fazer minha vida mudar, um dia encontro a tão sonhada e esperada mulher, mas até que ela não chegar, vou esperar e esperar, procurar, não procuro mais, já procurei e cansei, agora como falam por aí, estou cuidando do jardim, para que as borboletas venham até mim.
Mulheres que me tiram do sério, que me trazem a ter pensamentos do inconsciente, me deixam às vezes delirando, são perfeitas, de corpo, se alma, de pensamentos e atitudes, mas calma um dia eu chego perto dessas mulheres da televisão e vejo que isso tudo é mentira. Apenas ilusão aos pobres seres enigmáticos dos pensamentos vazios, de quem procura alguém.
MULHER, nada de sexo frágil como era etiquetada tempos atrás, hoje mulheres valentes mostram que homens são detalhes para elas, quantos exemplos pode-se citar de mulheres que mostraram que não é sexo frágil. É por vezes de pessoas mais fortes e valentes, que hoje trabalham como advogadas, médicas, administradoras, motoristas, até na política estão, e com um grande destaque, lembrando que tempo atrás tiveram que fazer revoluções para conseguir direito ao voto. Temos hoje até presidentas de países, espero eu não ter meu país comandado por uma mulher, nada de machismo nesta opinião, mas, mais pela situação da situação que se vive.
“...mulher de corpo moreno, sarado, gostoso, da cor do pecado, me deixa maluco, me deixa pirado...” Ai essas mulheres, o mal necessário! Portanto a todas às minhas mulheres:
Feliz Dia Internacional da Mulher!

Mulher...

aquele ser de diamante
não o frágil...
aquele forte e brilhante
não o fraco...
aquele que emociona
não o que chora...
aquele que ama
não o que engana...
aquele que faz feliz
não o que entristece...
aquele que contamos sempre
não o que nos abandona...
aquele que cuida e dá carinho
não o que larga pelo caminho...
aquele que me faz feliz
não o que finge...
aquele que comanda
não o que perde o vigor....
aquele ser pelo qual sou grato à tudo
não ao que me fez sofrer...
aquele que eu ADORO
não o que não me agrada mais...
aquele o qual não é hoje o dia
mas sim TODOS os dias...
uma flor àquele que nos faz feliz...
parabéns mulher pelos seus dias
não o hoje, mas sim os 365 do ano.
[André Luís Rech!]

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Arte de viajar... Férias... Folga... Até logo...

A arte de viajar e ficar longe da rotina, de ver todos os dias todas as mesmas pessoas, as mesmas caras, os mesmos prédios, casas, as mesmas árvores, as mesmas pedras da rua, só mudam algumas que a correnteza das águas da chuva leva, mas daqui para lá, logo à frente. Ficar “longe do mundo”. Deixar o amor, o carinho, o aconchego de uma casa, ou da família, dar umas férias para os amigos, e procurar uma nova aventura, sem ter hora para acordar, para dormir, nem se preocupar com o relógio, desligar o celular, esquecer que depois por mais 365 dias teremos as mesmas coisas a ver, por vezes o mesmo inferno passar ou pelo mesmo amor sofrer.
Voar alto bem pertinho do céu, dentro dele, ou rodar horas e horas pelo chão, ouvindo uma canção que me lembra de tudo na vida. Caminhar como o sol, girando em torno da Terra, ficar flutuando pelo espaço, sonhando em algo novo encontrar, em pessoas diferentes. Viver uma semana longe de casa, fazendo o tempo não passar e ficar dias sem achar que sonhos são besteira.
E que maravilha seria ver agora o sol beijando o mar, que leva à areia a alegria do frescor do calor. Imaginando ser uma semente flutuando no rancor das ondas, na loucura sensata que é o piano tocado pelas mãos insanas de um louco invisível, que ninguém vê o porquê torna tão ferros o agito das águas, e chegar para germinar uma plantinha de esperança lá na encosta daquele morro. Lá pelas tantas, mais revoltoso ainda vem ele, pousando sobre sua brisa no fim da tarde, como pousa o sol por trás das nuvens ao se pôr. E deixando tudo escuro e perdido no meio da inundação de uma lagoa que não tem fim.
Nessa hora é que o frio me toca e que sinto falta dos seus braços para me abraçar e de seus lábios para me aquecer. Acabo vendo que tudo não se passou mais uma vez de um sonho, em uma tarde de domingo, chuvoso, sem saber o que fazer, e nem ter o que fazer na verdade, aqui sentado na minha frente do computador, esperando as horas passar para deitar, dormir e continuar a sonhar, desta vez, claro pelo menos dormindo.
Venham férias, estou pronto, e já que com o fim da tarde “você” não vem, venham vocês férias, que aproveitarei sim, e bastante. Viajando eu vou, longe daqui eu estou, portanto aqui podes ficar lendo, mas novos só em março, quando mesmo? Quando o meio do mês chegar, antes folga, férias, e já como disse no Carnaval, Feliz Ano Novo, pois agora começa o ano, para vocês, eu estou em férias. “Vivo e Tim informam, esta pessoa está fora da área de cobertura ou desligada, tente mais tarde, ou mandem mensagem. Obrigado!” (rsrsrs)
Vou ‘Peliando’

Sou alegre e sou triste
Canto hoje porque amanhã não sei
Caminho pelo vento e vivo deixo a morte nesta
Nado pelo mar, morto e deixo o título de rei.
Grito pelas águas que quero voar
E pelos ventos cochicho que quero nadar
O eco responde: Vai caminhar
Se quiser nadar ou voar tem que 'peliar'
Peleia então, pois comece!
Deixo no caminho o coração
E no pensamento da querência a prece
De minha querida mãe que vive na oração
A me esperar, pois estou a voar.
Nadar,
Caminhar ou
'Peliar'.
Na 'peleia' vou como potro sem dono
No vôo livre como pássaro sem bando
No caminhar como um bicho de sono
E no nadar como chefe no comando.
[André Luís Rech!]

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Carnaval, origem... Atualidade...

O Carnaval surgiu na Idade Média, criado pela igreja Católica, na implantação da Semana Santa, onde antecedia os quarenta dias de jejum antes da Páscoa, a chamada Quaresma, e é comemorado nos três dias que antecedem a quarta-feira de Cinzas. O período era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando assim, origem ao termo "Carnaval". E hoje Carnaval é quase visto que exclusivamente como o “consumo da carne”, o “consumo dos prazeres da carne”, não pela religião, claro, mas sim pela situação. Naquela época, não diferente de agora, durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares, o que no Brasil acaba sendo excessivo, e vem logo após o período de festividades de final de ano, seguido das férias, em fim, como se diz no popular, o ano começa depois do Carnaval, então, Feliz Ano Novo. (rsrsrs)
Carnaval pelo Brasil, criatividade é o que não falta nas grandes cidades, nem nas pequenas, mas vamos ao exemplo das grandes, o Rio de Janeiro, milhões e milhões são gastos com fantasias e desfiles, que consomem a mídia nacional no período, bebedeiras, festas, barulho, sexo, pessoas sem se importar com a situação que vivem, podem até passar fome, mas a festa de Carnaval não perdem. Outros apaixonados pelas bandeiras das grandes escolas de samba dedicam-se o ano inteiro, e vivem disso. Salvador na Bahia, trio elétrico, festa, bagunça, shows, e toda aquela festa bacana.
Assim o Brasil se consagra, inclusive entrando no Guinnes Book em 2005, com o Carnaval de Salvador, sendo a maior festa de rua do mundo. E ainda Recife, em Pernambuco, que possuí o maior bloco de carnaval do mundo, o Galo da Madrugada.
Agora então é a nossa hora, já que é “festa de fim de ano”, vamos aproveitar, e fazer nossa festa, nossa bagunça, vamos juntar nosso bloco e cair na gandaia, mas claro com responsabilidade, se beber, não vamos dirigir, se fizermos “baguncinha”, só com camisinha, cuidado com a desidratação, vamos nos alimentar bem, beber 'também' bastante água, com o sol, cuidado com o câncer de pele, vamos usar protetor solar, na água não vamos nos afogar, e agora, 'simbóra', vamos para a festa!

Carnaval


Ouve o samba
O pandeiro, a cuíca
A festa, a fantasia
A bagunça, a folia
Olha pra rua, na avenida
O carro passando
O som tocando
A festa rolando
A paixão solta no ar
Vamos lá, é festa, é magia
É laiá, laiá
Vamos aproveitar, bagunçar
Zuar, no laiá, laiá
No le le le iê
Mas vamos nos cuidar
Proteger, sem exagerar
Ficar, mas ir de vagar
Proteja o coração
Da paixão de uma curtição
Laiá, le le le iê.
[André Luís Rech!]

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Planos, sim eu posso...

Há alguns dias ando um tanto triste, parece que alguém roubou de dentro de mim a alegria que existe, por vezes o destino parece ter mudado tudo, tudo o que procuro, mas não acho, continuo não achando, e procurando. Escuto as vezes que alguém chama meu nome, mas ninguém me chama. Sinto saudade de tudo e de nada, não sei o que sinto, se sinto. Por vezes procuro as coisas pela rua, tudo procuro, literalmente até a vida, que some em dias estranhos.
Confusão anda meu pensamento, cansado anda meu coração, triste minha paixão. Parece que nem vou conseguir viver, mas não é só o que quero, um novo amor, é também o que eu quero. Não quero viver só na solidão, digo que é bom estar solteiro, sozinho, disponível no mercado como falo, mas as vezes bate aquela vontade de ter ao meu lado uma luz que se acende, e mostra o tamanho da importância da minha vida, que anda um tanto apagada.
Lembro do passado, das oportunidades perdidas, de tudo o que vivi, e com quem vivi. Aguardo as vezes palavras exatas para poder falar de mim, mas também falo as vezes de mim sem importância. Falo como se fosse de qualquer um, sem importar o que estou falando. Isso tudo me acontece, por ter parado um pouco e lembrado de você.
Lembro também que as vezes reclamo do que não tenho, mas não vejo tudo o que tenho. Imagino se não tivesse o que comer como muitos não tem, as vezes reclamo que não tinha água para tomar banho, e quem não tem nem chuveiro, quando falta luz, reclamamos de que não dá para ver televisão, nem para trabalhar no computador, e quem nem conhece a energia elétrica. Reclamo que não gosto da roupa que tenho, e quem não tem roupa para usar. Reclamamos às vezes por ficar um dia sem celular, ou sem créditos no celular, e quem fica anos sem conseguir comunicar a família de que estão vivos. Reclamo de tudo um pouco, de todas as coisas, e coisas todas.
Mal agradecido, sim, e não, pois tenho o que tenho, mas gostaria de ter mais, ninguém nunca está contente com o que tem, sempre quer ir além, sempre quer ter mais. É bom pararmos e pensarmos onde estamos, o que temos e o que queremos ter, ou o que sonhamos em ter, nos dedicar e alcançar nossos objetivos, realizar nossos sonhos. O que me deixa menos intrigado, é que não sou o único que assim pensa, você também pensa, que eu sei, e quem diz que não pensa assim, mente.

Meus Planos

Nem sempre estive do seu lado
Mas somos bem adultos para tentarmos
Abro meus olhos e vejo tudo certo
Fecho eles e vejo mais certo ainda
Tenho que tentar, perder o medo.
Sem dinheiro eu posso até viver
Mas sem você eu não sei
Tenho que decidir-me
E parar de confundir-me
Sentir o que sinto, explodir as grades e libertar.
Esse medo que prende meu coração
E deixa tudo tão confuso
Essa confusão faz perder o sono, chorar...
Certas coisas que não fiz me tiram o sono
Ou me confortam por não ter feito
Não sei ainda a solução para meus planos
Mas sei que já a tenho dentro de mim...
E consegui, realizei um sonho.
Agora farei do dia noite
E da noite dia
Tudo ficará perfeito
Fui julgado antes
Mas julgarão depois também
Deram-me a chance de mostrar que posso
E mostrarei que EU POSSO!
[André Luís Rech!]

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Para onde iremos... Como superar... No que nos transformamos...

Falar um pouco sobre o luto, algo que não nos escapamos, mais dia, menos dia ele bate em nossa porta. Uma das mais difíceis compreensões da vida, se é que se pode compreender algo tão absurdo. A morte, trás o luto, o luto trás o fim. Compreender a morte é algo muito complicado, se é que alguém consegue compreender, eu até hoje não consegui, não cheguei a uma conclusão, se a morte é o fim de um ciclo, se a morte é a continuação da trajetória em outro corpo, em outra parte do planeta, completamente diferente do que encontramos aqui. Ainda se é apenas o início do reconhecimento das ações feitas aqui quando ainda um coração palpitava no peito. Sim, porque muitas e muitas pessoas têm suas ações reconhecidas apenas quando morrem, pois, quando vivas, eram ignoradas, ou não reconhecidas, muitas nem agradecidas eram.
Outro absurdo é quando uma pessoa morre e os familiares fazem todas aquelas homenagens, mensagens de que era uma grande pessoa, que era o melhor pai, a melhor mãe, melhor isso, melhor aqui, melhor aquele outro. Mas quando em vida era o carrasco, o traste, o cara que só incomodava, que só perturbava, o chato, o burro, e blá, blá, blá.
Tive grandes baques em minha vida já com a perda de entes queridos, felizmente, se é que se pode dizer assim, não foram familiares, mas é como se fossem, um grande amigo, um irmão, o melhor dos amigos que tive, Pitchy, partiu tão cedo, que nem tempo deu de por em prática todos os planos que tínhamos, nem deu tempo de viver a vida que tinha. Henrique, grande parceiro também, tudo foi tão rápido, tão corrido que a morte o levou tão depressa, deixando interrompidos diversos sonhos. Citando apenas dois, mas posso dizer que a morte já me levou dezenas de grandes amigos, conhecidos, e que de todos, não tivemos tempo de nos despedir. Uma situação que marca muito nossa vida, a perda de alguém, a dor do luto, o martírio que é ter que deixar um amigo ser enterrado em um túmulo de tijolos gelados, que quando o sol bate esquenta, e a chuva refresca. Lembro que um tempo em que passe por depressão, depois da perda de um desses grandes amigos, nas semanas seguintes que ele havia partido, eu não conseguia comer nada, lembro que quando me sentava à mesa, olhava para a comida e pensava comigo mesmo, “porque eu tenho que comer, se ele não está aqui para comer também”, e assim deixava lá a comida e não comia nada. Lembro também que na semana seguinte ao enterro, fizeram alguns dias de chuva e de temperaturas um tanto amenas, não era frio, mas quando chovia eu chorava, desesperando pensando que, “ele estava lá embaixo da chuva, e está passando frio, eu preciso tirar ele de lá”, e assim ficava desesperado.
Eu não conseguia perceber que a minha vida estava continuando, que a vida dele havia sido interrompida, ou continuado em outro lugar, não sei, mas que a minha estava ainda presente, as estruturas, um tanto quanto abaladas, mas estavam ainda aqui. E foi assim, levando a vida desta maneira, que com a ajuda de grandes pessoas, grande amigos que conquistei nesse tempo, consegui superar, e depois de três anos entender a partida de uma pessoa para onde quer que ela vá.
Confesso, que precisei passar por esses grande baques, para me tornar a pessoa que sou hoje, muito mais sensível, compreensiva, mais forte até diria. Parece que contradiz, mas ser sensível e ser forte, andam lado a lado, tão junto que por vezes nem se consegue perceber.
O luto é a mistura da dor, com a nossa crença, da religiosidade, indiferente de ser católico, ou qualquer outra religião. Que fere nosso coração, abrindo brechas de saudade em nossos sentimentos, nos deixando um pouco desacreditados da vida, e nos faz pensar que a realidade não existe mais.
Uma coisa apenas continua martelando na minha cabeça e que me pergunto de quando em quando, para onde vão as pessoas depois que morrem? Céu? Inferno? Para onde? Não sei, eu não consigo descobrir. E ninguém até hoje conseguiu voltar para contar.

"[LUTO!] Quando um Grande AMIGO é levado pela Morte, nos Enlutecemos para o resto da Eternidade..."
[André Luís Rech!]

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Existe o fim de tudo... Não, não existe não... Ou existe sim...

Quando podemos dizer que tudo acabou? Sabe-se lá, me responde um amigo dia desses que estávamos conversando sobre a vida, coisa que faço com freqüência, com alguns amigos, e amigas, alguns pessoalmente, outros via MSN, ou telefone, também por e-mail. Mas conversando, não chegamos à conclusão de que as coisas nunca acabam, ou sim acabam, ficamos entre a cruz e a espada, entre pular para a direita ou para a esquerda do muro. Será que as coisas acabam mesmo para sempre? Ou será que as coisas não acabam para sempre? Elas acabam?
Quando as coisas chegam ao fim, pode ser quando nossas narinas estejam sufocadas, de tanta poluição, ou quando nossos olhos enchem-se de lágrimas, quando as aves partem, ou quando a noite chega, quando silencia o anoitecer, quando é o fim? Existe o fim?
As coisas jamais acabam. Situações sim acabam, mas o que aconteceu e passou, nunca acaba, sempre vai ficar, para sempre vamos lembrar, nunca deixaremos no esquecimento, por mais que quisermos, nada vai sumir da história, das nossas vidas, ou dos livros. Mesmo que deixemos naquele menor cantinho do cérebro, ou nas grandes partes confusas da vida, mais dia, menos dia, vamos nos deparar com a lembrança do acontecido. Sempre vamos ter algo para lembrar e contar, podes ter certeza.
Quando nossos sonhos terminam, quando tudo silencia, isso se pode dizer que é o fim, mas o fim de um sonho, que não saiu de nosso inconsciente, ou da nossa mente, que não sai de dentro da nossa cabeça, apenas ficou conosco, a não ser que contemos para alguém, e mesmo assim, ninguém vai imaginar da mesma maneira que nós imaginamos, porque comparamos ao momento em que ouvimos uma voz de uma pessoa por telefone, sem que a conheçamos, imaginamos ela de tal maneira, seu amigo, pode imaginar ela de outra maneira, e quando nos encontrarmos, você a vê totalmente diferente do que imaginou, e seu amigo também. Podemos imaginar que o céu é doce, podemos nos sentir mergulhando numa nuvem, e que esta seja feita de algodão doce. Mas isso fica só na nossa plena mente, porque nunca conseguiremos fazer uma maluques dessas. Seria sim, um momento singular em nossa vida, ficaria para sempre na história, sim. Seria tão bom, imaginem, uma nuvem colorida, de um mundo livre que nos deixa inventar o que quiséssemos viver, numa calmaria, mergulhar, ou numa melodia confusa das ruas de uma grande cidade, cair, e acordar do sonho.

No Fim Da Tarde


Imagino agora essa tarde
Com essas nuvens na minha frente
Ou sobre minha cabeça
Nem sei, confusão.
Sei que atrás dela ainda está o sol
Que me olha, como eu o olho, será?
Ele sabe de tudo, tudo o que fiz
Do meu passado, do meu destino
Resistindo tentado te encontrar
Mergulhando nesse mundo de pensamentos
E, confesso, de lembranças
Acabo até por te ver pulando nas nuvens
E eu ao seu lado, junto a pular
Rimos nessa hora
Brincamos nesse momento
Beijamo-nos, estamos felizes
Vivemos uma paixão
Paixão essa que não existe
Que me faz riscar da memória
Antes de uma despedida
Ou mesmo até de um olá.
Mais um fim de tarde veio
E você com ele não veio
Tudo bem, talvez não fosse o momento, ainda
Mas um dia essa hora chega
E aqui, com meus pensamentos insólitos
Estarei, pensando, e sonhando
Até a hora chegar.
[André Luís Rech!]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Nem tudo são flores, mas nem tudo são dores...

As flores de nosso jardim são belas, são doces, são musicais. Ou são descoloridas, amargas, mudas. Quem planta as flores do nosso jardim somos nós mesmos, com nossas atitudes, pensamentos, e jeito de ver e viver a vida. Se em um relacionamento estamos seguros, não precisamos ter outras pessoas para nos relacionar, claro, não falo de amigos, amigas, família. Sim, cito amigos e amigas, pois muitos homens têm as melhores amigas mulheres, e mulheres que seus melhores amigos são homens. Se você realmente gosta de alguém, não tem motivo para estar com outro (a), traindo quem está gostando verdadeiramente de você, quem poderá estar se iludindo com um alguém que parece ser o que não é. Existem pessoas que são exatamente grandes conquistadores, parecem ser as pessoas mais românticas e sérias do mundo, mas ao fundo não valem o que comem. Juram amor, prometem ser um par ideal, ser o melhor namorado (a), ilude os parceiros com fidelidade, fazem acreditar em palavras doces, mas ao saírem, e ao prometer que estão, ou irão se comportar, já cruza os dedos, ou nem mais isso fazem, prometem já pensando quem será que vão “pegar” quando distante do ‘verdadeiro amor’. Como vão fazer para que não descubram a traição. Se por acaso está lendo isso e se identifica, muito bem, pode usar o chapéu, você não vale nada. Eu confesso aqui, tive um caso com alguém que era comprometida, foi bom, sim foi, me arrependo? Não, ela não era feliz com quem vivia, acho que por isso ela me procurou, e por isso não me arrependo, não continuei com ela depois, mas pelo menos fiz ela ver que as flores que plantava em seu jardim não era as mais belas, as mais perfumadas, e sim flores de uma vida triste, de um velório. Hoje, depois de um tempo encontro ela, com uma nova pessoa, e feliz, está bem, e muito bem. Torço pela melhor felicidade para o futuro dessa pessoa.
Minhas atitudes, podem não ser aprovadas por outras pessoas, mas da minha vida quem cuida sou eu, e não estou aqui cuidando da sua, apenas estou dando uma dica, e se eu quiser saber se estou certo ou errado, com o que faço, e quero a opinião de alguém, vou perguntar a quem me convém, qual flores planto em meu jardim? Pois se eu faço o que faço e posso não estar certo, tudo bem, quem deita na cama e dorme com a consciência tranqüila, sou eu. Se você faz tudo errado e não e se preocupa, problema é seu, não é meu, mas um dia o coração que está sendo iludindo e machucando, vai perceber e vai sentir sim. Quem sabe destruindo todo seu jardim, e até conseguir plantar flores novas, para que fique bonito, vai longe, os anos passam rápido, mas o tempo demora para curar uma dor que atinge profundamente o sentimento de um coração.
Pensa no que eu escrevi agora, se está com alguém, não faça esse alguém sofrer, não traia, não deixe cheio de esperanças um coração que pode estar realmente gostando do seu, e não apenas curtindo e aproveitando, para poder dizer depois, que foi mais uma, ou mais um em sua lista. Pense!

“...depois de algum tempo, aprendi as lições, e isso incluí você...” [Nei Van Soria]

Flores

Nas cordas de um violão
As notas soam com emoção
Florão como jardins na imensidão de um deserto
Surgem da areia, seca, e quente do sol.
Ou das mãos de um artista
Que harmonicamente faz a canção,
Tomar conta do coração
Que torna a emoção em lágrimas
Que cortam o rosto
Como corta á água que sobrevive no deserto
E tornam ambos em dor e solidão.
[André Luís Rech!]