quinta-feira, 24 de junho de 2010

Vivenciamos a rotina... Vivemos a vida... E no fim, dá tudo certo...

Tudo tem um lado bom e outro nem tão bom assim. A expectativa. Vamos falar desta um pouco, a expectativa de uma confirmação. De um momento certo que se vive, de uma hora que se é aceito, de sim, crescer, mas não de tamanho, de pessoa. Hã? Como crescer a pessoa? Não entendi...

Sim, o crescimento pessoal, aquele que vem com o tempo, de quando se é valorizado, de quando as pessoas têm um significado e um sentido na vida, de quando mostram o valor verdadeiro de um sim, ou de um não. Quando as pessoas têm responsabilidade e podem conceder confiança a alguma coisa. Um cargo, uma responsabilidade maior da que se tem hoje. Aqui onde estamos, ou, sei lá, em outro lugar praticamente desconhecido. Digo então que precisamos ter certeza.

Mas ter certeza hoje é o que? Ter certeza de que estamos fazendo alguma coisa certa ou errada? Bem isso é um tanto quanto complexo, pois fazer algo certo ou errado hoje é depender do ponto de vista que se olhe a situação. Como posso estar certo cortando uma árvore centenária, como posso estar errado. Cito um exemplo acontecido na cidade de Garibaldi, há poucos dias. Discutia-se e até brigavam pelo motivo da derrubada de uma ou duas árvores próximas a uma escola. Eram pinheiros, araucária, uma árvore nativa, praticamente em extinção. Dizia-se que não deveria ser derrubada devido a raridade da árvore e a preservação do meio ambiente. Mas nessa hora lhe pergunto. O que mais é importante, uma árvore, ou a vida de dezenas de crianças?

Lembrando da situação que a árvore poderia cair a qualquer momento de um vendaval sobre a escola. Árvores podem e devem ser plantadas em grande quantidade e em todo o período do ano. Neste caso, faz-se toda a burocracia necessária, derruba-se a árvore e planta-se da mesma espécie um número expressivo. Pronto, resolvemos a situação ficando bom para todos.

Para isso precisamos de pessoas de confiança em áreas de atuação na sociedade, não é qualquer maluco que tem que ficar dentro de um quadrado e fazer o que pensa em seu mundo. Temos que pensar globalmente e agir dentro do nosso contexto de atuação, a localidade que está ao alcance dos nossos braços.

Temos certeza de que não é qualquer pessoa que pode assumir cargos de confiança em qualquer que seja o seguimento do mundo globalizado empresarial hoje. Trabalhamos em dias corridos e que se precisa de atitude e pensamento rápido para tomar decisões pensando no futuro. Poucos conseguem ter essa ação e reação, do ponto de vista prático da vivencia mundial empresarial.

Por isso muitos profissionais hoje não estão prontos, acreditam que estão saindo de uma faculdade, formados e com um canudo na mão, prontos para assumir responsabilidades dentro de empresas e serem os melhores do mercado.

Claro a faculdade trás o conhecimento, mas não a vivencia do dia a dia de empresários. Precisamos qualificar nossas empresas cada vez mais, não apenas com pessoas formadas em áreas específicas, mas pensando no lado prático das coisas.

Pessoas têm formação, ou estudam a tal ciência, exatas, citamos o exemplo, mas seu cotidiano rotineiro é a área da publicidade. Quem disse que essa pessoa não pode se dar bem por ambas as partes em empresas? Provem o contrário, como para mim, tudo na vida é real e verdadeiro, até me provarem o contrário.

Então algumas atitudes podem ser repensadas e avaliadas. Problemas e desafios são muito bem vindos para quem não tem medo de enfrentá-los.

Vivenciar a vida, isso é a rotina da atualidade. Reviver a atualidade, um caso sério e difícil, mas que vale a pena tentar. Convenhamos conviver na rotina é chato, vamos inovar e confiar, que tudo dá certo, e se não der certo, é que ainda não é o fim, como já diz Gabriel o Pensador em sua música.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Faça o amor aparecer...

Nós passamos em nossa vida procurando por alguém especial durante anos e anos. E não nos tocamos que o essencial da nossa vida está bem ao nosso lado e não o vemos.

Perdemos grandes pessoas em fração de segundos. Por deixar de encarar um olhar, por não responder a uma palavra, por falar ao invés de calar.

Perdemos muitas e muitas coisas por não querer perder a liberdade, deixamos de sonhar e caminhar juntos por apenas comodismo, por ter medo, ou por viver na “moda”, moda hoje que se está ao lado de milhares de pessoas, que se beija dezenas ao mesmo período, mas na verdade na hora de ir para casa, colocar a cabeça no travesseiro e pensar, se está sozinho.

Pensar, o que menos se tem feito pelos jovens de hoje. Quantas atitudes imaturas, pessoas com maturidade, pelo menos com a idade de tê-la. Mas com a mediocridade de pré adolescentes de 12 anos.

O que falta hoje nas pessoas é o desejo de petrificar algo para a eternidade, deixar de lado o desejo e a emoção e agir com a razão. Claro, sempre com um tanto de emoção para animar as coisas, mas não só ela.

É querer ver um pôr-do-sol juntos, é beber a vida numa taça de vinho para aquecer. É ter aquele desejo noite e dia de ver, abraçar, beijar, morder...

Não vejo mais isso nas pessoas, vejo só promessas e vontades que se passam ao piscar de olhos de outra pessoa que atravessa sua frente, ou nem tanto, de outra pessoa que te fala besteirinhas no telefone, ou até mesmo na internet, por quilômetros de distancia.

Viver uma emoção intensa, e não uma intensa emoção. Viver uma vida com prazer, e não um prazer na vida.

Precisamos aprender a dar valor aos momentos, mas fazer os outros sentir prazer pelos momentos, pelos mais breves e ingênuos momentos. Sentir o grande prazer de viver uma emoção nos pequenos e tão raros momentos da vida de hoje.

Não dê nada pelo que leu aqui, mas dê tudo pelo que ficou pensando. Realize sonhos e faça crescer dentro de você o amor que falta para quem está do seu lado lhe conquistar.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Falar de Amor... Lembrar... Viver... Esperar...

Falar de amor, não é fácil, mas não é difícil. Falar de amor é saber o que se fala, falar do que se viveu. Nada de histórias. Ou melhor, sim são histórias sim, mas histórias reais. Verdades que lembram como se fosse o hoje que se vive. Muitos vivem hoje grandes amores, verdadeiros ou temporários. Amor de verdade ou de tempestade.

Falar de amor é o mesmo que fechar agora os olhos e sentir na ponta dos dedos, o chocolate derretido pelo calor da boca. Boca essa que beija seu corpo no calor da noite gelada do inverno. Aquecida por um bom vinho e degustada com carinho e desejo.

Falar de amor não é mentir, é sentir. Sentir amor, a gente sente por muitas pessoas. Família e amigos por exemplo. Mas amor, amor, amor de amor é diferente. É sentimento que parece nunca acabar. É deitar à cama para dormir e sentir o desejo do aconchego daquele abraço. Daquela respiração ao pé do ouvido, misturado ao som de um eu te amo.

Falar de amor é sentir o desejo dessa tal felicidade. Que não se encontra tão fácil num mundo onde hoje a grande maioria prefere curtição. Prefere sexo ao invés de amor. Prefere a emoção ao relento da razão. Razão essa, que sempre machuca menos no final das contas.

Quando é amor sentimos o sangue correr nas veias ao perceber um olhar do nosso alvo. É sentir aquele mesmo prazer do primeiro beijo, da primeira vez que a língua toca o corpo. É aquele desejo que não tem fim.

Amar é ser completado por alguém, que nos é assim, como um sonho. Que te enche de beijos, que não sai da sua cabeça, desde que está sonhando até a hora de voltar ao sono.

Amar é ser guiado pelos olhos de um alguém que está com você como um sonho, que te mostra o que é certo, ou errado, que vive junto com você o bom e o ruim da vida. É quem canta com você e dança, e quem curte seus verdadeiros amigos, que brinca com você dentro da escuridão.

Amor é quando falamos com alguém e mesmo não tendo medo, a voz treme. Olhamos para o lado e sentimos perseguição de um olhar, é ligar o rádio e a mesma música, aquela que lembra seu amor lhe perseguir.

É viver aquilo tudo que se sonhou, até ficar um dia, sim, logo um dia ficará sentado no sofá da sala da sua casa sozinho, com o coração partido, tomando uma taça de vinho. Arrependendo de ter tentado viver aquela tal felicidade. Aquele amor que era para sempre, mas que não durou nem o tempo de um beijo de verdade.

O tempo passou e tudo mudou. O grande amor tornou um grande tormento, um incomodo da vida, no trabalho, na sociedade, um algo que te deixa com vergonha de viver, de ver o mundo como ele é. Deixa-te tímido ao correr atrás da tal felicidade. Faz-te chorar lágrimas e chuva.

Isso quem não passou ainda passará. E tem uma solução. A única existente. Que nem sei onde está ainda. Mas poucos já encontraram. Seja mais um e consiga ver isso. Consiga querer viver uma vida de verdade com razão, emoção e realidade. Chega de acasos e coincidências, viva coisas de verdade. Faça valer a pena, viva intensamente uma paixão sem desejar o fim, mesmo que esse seu amor não seja o mais belo, mesmo que não tenha o carro do ano, uma casa ou um emprego de destaque. Não traia o amor da sua vida, seja fiel, verdadeiro, não engane.

Aos que não tem o coração partido, vivam e deem valor. Aos que já partiram o coração em centenas de pedaços, chorem, e riam depois, pois nada vem por acaso e um dia tudo melhora.

Feliz dia dos Namorados!

Feliz noite dos Solteiros!


No Caminho do Sol

Enquanto não chegar

Quantos pássaros passarão?

Quantas noites chegarão?

E quantos dias irão amanhecer?

Vem, prende meu coração nas tuas teias.

Para minha mente mudar

Esfarele meus pensamentos e mude-os

Não deixe o desejo esfriar

Viva isso, que deseja, diga-me.

Se quiser algo de mim fale

Não deixe os desejos mascarados

Clareie as idéias

Siga os caminhos do sol

Que de trás das montanhas

Ou até das nuvens surge.

Não me faça sofrer

Não faça a si mesma sofrer

Acredite se for o que quiser.

Vale a pena sim

Siga em frente

Vem ficar comigo.

[André Luís Rech!]

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Dia cinza, gritante noite escura...

O tumulto do dia cinza e da noite sem luz. Chega agora o Inverno, dias frios, neblina, tempo fechado, um dos princípios mais favoráveis para a depressão. Mas não tem quem não se deprima num dia cinzento, numa noite fria, com o escuro gritante, de tão calado que é.
Passam momentos na vida, que acabamos nem vendo, o cinza do céu não nos deixa enxergar do outro lado da rua. Não nos mostra a transparencia, a clareza de um dia sublime de verão, de céu azul e calor agradável.
Dias quentes, vemos gente, vemos flores desabrochando, com o leve toque do calor do sol no amanhecer de uma bela manhã. Vemos sorrisos, alegria, felicidade, fazemos coisas novas, diferentes. Vivemos. Ao contrário de dias de inverno, dias frios, chuvosos, que nos entocamos em casa e nem pela janela conseguimos ver do outro lado da montanha se as torres dos castelos de contos de fadas continuam em pé, ou se um golpe de vento, ou a mão do homem mesmo, as derrubou.
Não vemos claridade de ideias, não vemos os sonhos, deixamos coisas e pessoas de lados, inutilizamos nossos dias de folga, tudo por causa da necessidade de um período do mundo. De um ciclo de formação de muitas e muitas coisas.
O bom do inverno, se é que existe lado bom, é deixar os caminhos abertos, para brotação das vinhas, que ao final do verão morreram. Acordando novos brotos para a vida, e surgindo uma nova vida na Terra. Acredito, assim, no futuro, termos mais uma boa safra de uvas, transformando em vinho pelos nossos tão estimados vitivinicultores. Com o vinho e um amor ao nosso lado, aquecemos o que está frio, além de podermos estar criando uma nova vida...
Entretanto, enquanto nascem as vinhas no quintal, morremos aqui dentro de nossa casa, tentando sobreviver ao beber um bom vinho...
Tirar Você da Cabeça
Imaginei um dia
Que o vento poderia tirar-te da minha cabeça
Pois bem, subi ao topo de um morro
Sentei-me lá num dia ventoso

Não adiantou

Pensei que o sol pudesse tirar-te da minha cabeça

Foi o que o fiz, fui a um parque
Deitei no sol de uma tarde quente
Nada, continua aqui.
Pensei então que a água tiraria você da minha cabeça
Peguei então o caminho do mar
Atirei-me na água, quase me afoguei.
Mas nada de sair da minha cabeça

Desafiei então o frio, para tirar-te da minha cabeça.
Subi ao topo de uma árvore no inverno
Vento congelante
Temperatura negativa, até a neve caia.

Mas nada, continuava aqui, na minha mente.
Restavam-me duas tentativas para tirar-te da minha cabeça
Uma delas, a dor.

Perfurei minha carne, deixei o sangue escorrer...
Mas, mesmo assim, não me sai do pensamento
Agora resta uma...

Uma que não terá volta que me fará esquecer te para sempre...

A morte!
[André Luís Rech!]

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Momento...

Acordo com gritos de desespero. Em meio a uma noite que não fazia sentido, esperava apenas o dia clarear para o sol bater nos botões e desabrochar com o leve calor matinal as coloridas flores do jardim.

Quem entende a tradução desse dia e dessa hora, ou era da noite que eu falava? Nossa não agüento mais essa confusão de saber as respostas.

Ninguém sabe o que tem que vir primeiro, muito menos o que tem que vir depois. Se é isso, ou aquilo, aquilo ou isso. Mas por vezes esses “isso”e “aquilo”, fazem uma falta. Mas quando são abundantes nos deixam malucos.

Não sei a resposta se me pedires qual é a droga de salva. O tamanho da pressão que se agüenta para casa assunto, para cada momento e instante.

Não consigo entender como coisas caem em minha mente e se tornam realidade, acaso seria, ou destino? Falo coisas que eu nem imagino e acontecem. Tenho medo disso, acaba me preocupando.

Algumas coisas seria bom de saber para que eu pudesse impedir que acontecessem, mas não sei, tenho apenas sentimento de que coisas irão acontecer, não sei exatamente o que.

Fico sofrendo por vezes em momentos que acredito estar ficando louco, porque consigo odiar todos por instantes, mas volto e quero todos comigo novamente.

O tempo voa, tempos atrás não era tanto assim, parecia que parava como fotografia.

Falo coisas e não me escutam, não dão bola para o que eu falo. Depois as coisas acontecem e lembram do que eu falei, assim não adianta mais. O que não deu para tentar concertar ou impedir, está perdido, se foi, pois o tempo não volta mais.

terça-feira, 6 de abril de 2010

A Intensidade das Simples Atitudes...

Estar bem consigo mesmo. Um desafio para quebrar a cabeça de qualquer ser pulsante. Mudar atitudes são difíceis, queremos muitas vezes mudar os outros, trocar as atitudes que os outros tem, julgamos muitas e muitas vezes, todas as vezes julgamos, todos os momentos estamos julgando os outros, falamos de alguém, das atitudes das pessoas, de como elas se vestem, de como elas tem que ser, se não fazem isso são aquilo, se não fazem aquilo, são isso.

Chega de sermos medíocres, vamos crescer internamente, vamos mudar nós mesmos, porque julgamos tanto os outros e almejamos ser o que os outros são, se podemos por vezes ser muito melhor que os outros. Vamos ser criativos, vamos ter atitudes próprias, vamos conquistar nosso espaço.

Chega de sermos rotulados pelos outros, porque para ser alguém na vida eu preciso fazer doutorado, mestrado, tenho que andar com o carro do ano e importado de preferência, tenho que ganhar mais de cinco mil por mês, se não, não sou o cara. Tenho que ter um corpo definido, não posso ser gordo, nem magro demais, ser bonito, andar com roupa de marca.

Chega de colocarmos rótulos nas pessoas. Vamos ser o que somos, vamos viver com a nossa simplicidade, com a nossa garra e força de vencer, nossa sede de guerreiros, de pessoas que estão no mundo para conquistar seu lugar, mas nunca, jamais pisando ou passando por cima de alguém.

Vamos ajudar ao próximo, mas não doando comida, roupas, nem dando dinheiro, vamos ter compaixão pelos outros, vamos dar um abraço, uma palavra de conforto. Vamos encontrar quem está pelo nosso caminho, e não vamos ter vergonha de dar um beijo e um abraço, se gostamos das pessoas porque vamos ter vergonha de fazer isso? Não temos motivos. Vamos deixar de lado os rótulos e vamos mostrar para o que viemos no mundo. Vamos pedir perdão pelas vezes que desrespeitamos os outros, vamos perdoar os que nos magoaram, vamos pedir misericórdia pela humanidade.

Vamos aprender a dizer sim, e a dizer não, seremos líderes. Um líder é quem sabe dizer não, mas também sabe dizer sim, temos que entender as situações para podermos tomar a atitude mais adequada, temos que ter persuasão dos fatos, para agilizar em nossa mente as atitudes que podemos tomar, sem ferir nem magoar as pessoas, temos que ter atitudes de vencedores, não de fracassados.

Temos que elogiar os outros e nos auto elogiarmos, temos que levantar as pessoas em um pódio, colocando-as em primeiro lugar na vida delas mesmas, fazer com que elas se aceitem, e acreditem que os outros os aceitam como ela é, e da mesma maneira temos que colocar isso em nós. Temos que ensinar o que sabemos aos outros, e temos que aprender muito mais com os outros.

Devemos sempre, ouvir e observar tudo, antes de abrirmos nossa boca, para isso é que temos dois olhos, dois ouvidos e um cérebro que é muito maior fisicamente que nossa língua. Para que possamos observar, ouvir, analisar, processar, julgarmos internamente se nossas palavras vão ter alguma utilidade, algum sentido positivo, ou se vamos apenas ferir e magoar alguém.

É para isso que viemos, para cumprirmos nossa missão aqui na Terra, missão essa quem nem sabemos qual é, e que um dia descobriremos. Mas até descobrirmos, temos que viver os dias, as noites, semanas, meses, anos, enfim, a vida com intensidade, com felicidade, fazendo valera a pena.

Fazer com que os momentos de nossa passagem aqui na vida, sejam inesquecíveis, transformar momentos como os que abraçamos uma pessoa como um momento ímpar na vida dela.

Temos que fazer os outros se sentirem especiais ao nosso lado, apenas como o fato de existirmos perto e ao lado deles.

Momento

Pense que lá fora o mundo é diferente

Está cheio de sonhos

Para serem vividos e descobertos

Pessoas para serem amadas e decifradas

Amores para serem celebrados

E corações para alegrarmos

Bocas para beijar

E braços para abraçar

Doces palavras para ouvir

E canções para dançar

Pele para arrepiar

E ouvido para sussurrar

Palavras melancólicas

De uma paixão que não existe

Mas que começa a aparecer

Como uma simples faísca no fim de um túnel

Desejando me levar para onde for

Antes que a noite chegue e eu fique aqui

Mais uma vez sonho sem você

Pensando que está em sua cama deitada

Dormindo e sonhando

Ou se posso estar tirando seu sono.

[André Luís Rech!]

domingo, 28 de março de 2010

Nosso desejo...

Nem tudo o que vivemos são momentos, as coisas as vezes acabam, e o que estava tão perto não conseguimos ver. Temos medo de ver o que está ao nosso lado e ficamos procurando atrás das nuvens, nuvens essas distantes que vemos entre as torres dos castelos, como nevoeiros que imaginamos grandes pedras de gelo, mas é apenas uma fumaçinha, água em forma gasosa, fácil de atravessar.

Imaginamos que para conquistar alguém, precisamos demonstrar uma grande prova de amor, como estava em um site essa semana, a história de uma ave que voava mais de mil quilômetros para encontrar sua ‘namorada’, a ave dos sonhos dele. Que todos os anos na época de reprodução ela fazia isso. E nós, temos medo de atravessar uma rua e falar o que sentimos a alguém. Demonstrar o que é que sentimos pelo outro. Temos vergonha, de mostrar nosso sentimento, medo de ouvir um não. De acordar de um sonho que está tão bom, mas é apenas um sonho, temos que viver essa maravilha, mas na realidade.

Precisamos acordar e aproveitar a nossa vida, viver os sonhos. Fazer de nossa imaginação uma ação fatal. Mas para marcar o nosso caso, precisamos ao menos de um primeiro passo. De qualquer um dos lados, e assim que alguém der o primeiro passo, o fim será o melhor remédio, o fim de uma vontade tola, sonhada, que se tornará a ambos a vontade de viver.

Quando temos essa certeza, essa vontade, sentimos o amor no coração, e só queremos o amor com gosto de felicidade, aquela vontade de namorar, de ficar juntinho, só querendo aquele alguém, sem pensar em outra pessoa, a nossa fonte de prazer.

Não há mais tempo a perder. Basta olhar no meu olhar e não resistirei, eu não sei o que está se passando comigo, que confusão física é essa. Mas sei da certeza cardíaca que tenho sentido. E vejo com meus olhos apaixonados, no seu interior a mesma vontade do desejo que tenho. Todo o dia sinto vontade de falar com alguém, de ouvir a voz, ou apenas saber que esta lá. Muitas vezes tenho vontade de atravessar uma cidade para chegar e te ver por um instante e voltar.

Preciso saber se meus olhos não veem além do que eu apenas imagino ou se eles enxergam a realidade. Precisamos tomar sim o primeiro passo. Eu acredito que esse possa ser o meu, preciso agora do seu, para ter certeza e vivermos o que nos aguarda.

E então, aqueles olhos negros que me tiram o sono, olharão dentro dos meus e não irá necessitar nenhuma palavra para a química acontecer, a combustão do nosso amor será instantânea e a solução desta fórmula será conhecida apenas por nós.

Nosso desejo

Hoje vou sair por aí...

Procurar-te mais uma vez...

Se te encontrar, vou te pegar no colo...

Levar-te para minha casa...

Para viver lá no meu mundinho...

Vou chegar em casa todas as noites...

Beijar-te...

Abraçar-te...

Fazer-te feliz...

Hoje não faço isso, mas...

Desejo-te em pensamento diariamente...

E todas as noites nos meus sonhos

É com você que eu vivo uma história de conto de fadas...

Um dia esse NOSSO DESEJO irá se realizar...

Eu sei...

Eu sinto...

Eu tenho certeza!

[André Luís Rech!]

quarta-feira, 24 de março de 2010

Foi um prazer ter te conhecido...

Chegou o fim do mundo! Muitas pessoas podem não acreditar, ou mesmo dar risada disso, mesmo sem perceber que o fim do mundo chegou, e não é brincadeira, ele está acontecendo e ninguém está vendo.

Não venho falando apenas de mudanças climáticas, aquecimento global, desmatamentos, poluição de rios e lagos, que o tempo hoje já nos deixa saindo de casa para o trabalho indecisos, se levamos casaco, guarda chuva, óculos de sol, bote, ou o kit completo. O fim do mundo está muito mais próximo de nós e não estamos pensando/vendo, ou fingimos em não ver. O mundo além de estar acabando está se perdendo, pois estamos deixando tudo o que há de bom escorrer por entre os dedos.

Quantas pessoas estão morrendo por ações irresponsáveis de outras pessoas, quantos acidentes causados por pessoas embriagadas acontecem no mundo por dia, quantas pessoas se drogam todos os dias, uma epidemia de drogados se expande pelo mundo a fora, e só aumenta dia a dia.

Pessoas fazem mal só por fazer, parecem gostar da desgraça dos outros, de ver pessoas perdendo tudo, sofrendo, morrendo. É só acompanhar os noticiários, e ficamos espantados com o que está acontecendo, ou com o que as pessoas estão fazendo. É impossível até hoje para eu acreditar que uma enfermeira dava morfina para bebes recém nascidos, para que parassem de chorar, ou para sei lá o que. É impossível admitir que uma pessoa dessas continue a solta pelo mundo, ainda mais alegando fazer isso pelo fato de não ter conseguido ser médica, apenas enfermeira.

Ouve-se histórias dos mais antigos contando como era em sua época, do respeito que tinham os jovens com seus pais, com seus avós, com as pessoas mais velhas em geral. Das surras que levavam, às vezes por tão pouco, por responder alguma coisa, por não obedecer na hora que eram solicitados. Hoje dar um tapinha em um filho pode levar à cadeia e a perda da guarda. Seria por esse motivo que os jovens de hoje estão tão assim, nem sei como explicar, mas assim tão impossíveis, tão largados, vulneráveis às drogas, alcoolismo, à pedofilia, prostituição, à própria preguiça?

Me contava uma professora dia desses em um momento de conversa, que solicitou um trabalho às turmas de uma escola de ensino médio, e devido a pequena quantidade de livros existentes na cidade, acabou que deu um prazo maior para uma das turmas, e terminado esse prazo, chegou o dia de entregar o trabalho, um dos alunos chegou a professora e disse que não teve tempo de ler o livro e de fazer o trabalho para entregar. A professora disse que não era problema dela se ele não tinha tempo, fora do horário escolar, se ele tinha cursinho pré-vestibular, academia, isso e aquilo, o que ele tinha que fazer era entregar o trabalho, e se não entregasse, não tinha como dar nota, pois nada tinha em mãos para avaliar. Esse aluno, portanto indignado com a reação da professora, foi para casa, falou para seus pais e como já havia dito à professora, seus pais foram à escola conversar com a diretora, pois além do filho não ter feito o trabalho, a razão era dele, não da professora.

Em que mundo vivemos? O que os pais estão pensando com isso, o que estão querendo? É impossível de acreditar que os pais de um aluno façam uma coisa dessas. O mundo se acaba por aí, isso é o fim do mundo.

O mundo está acabando com os jovens de hoje, pois em meu tempo não funcionava assim, e isso que a diferença do meu tempo que digo é de apenas cinco anos. É trágico ver isso, no meu tempo de estudante, os alunos se puxavam para fazer tudo, eram interessados, gostavam de tudo que era novidade, participavam das aulas.

Um exemplo claro disso é a Miniempresa, projeto onde alunos aprendem a formar uma empresa, produzir, vender, e fazer o fechamento dela, onde ocupam uma noite da semana, das 19h às 22h 30min, durante 15 semanas. Participei como aluno em 2004, quando estava no segundo ano do Ensino Médio, em 2008 e 2009, fui um dos professores da Miniempresa, mas me espanto da falta de interesse e vontade que esses alunos tem. Alegam não ter tempo, morar longe, não podem por isso e por aquilo. Mas pergunto, como tem tempo para ficar até 1h da madrugada conversando com amigos ou até com desconhecidos na internet? É longe morar há duas quadras da escola onde acontecem os encontros da Miniempresa?

Uma questão a ser avaliada é se a revolução tecnológica que nos é oferecida hoje, veio para o bem ou para o mal. MSN, orkut, e-mail, facebook, twitter, celular, notebook, gente o mundo moderno é interessante, mas também preocupante.

Também me pergunto às vezes como os jovens vão se interessar pelas coisas se o exemplo dado pelos nossos políticos são os piores possíveis. Na verdade acredito que políticos nunca foram exemplo de honestidade, exemplo de nada bom, nada útil. Conheço pouco sobre política, tenho conhecimento de alguns pequenos fatos políticos acontecidos no município em que moro, o que me deixa com nojo de tudo isso e me faz deixar de sonhar em ser um dia um grande político. Essa sujeira não me pertence.

Imaginem por um momento as crianças de hoje ligando a televisão e além de desenhos violentos, de briga, de guerra, de lutas, idiotices que fazem sucesso, verem os políticos guardando dinheiro na cueca e nas meias, para o futuro deles vão pensar no mesmo, ainda mais com os pais que não se preocupam com o que os filhos estão assistindo, com o que estão aprendendo, e o pior, mandando as crianças para a escola onde pensam que tem que ser além de ensinados, educados.

Acordem, educação se dá em casa! Pais, pensem o que está acontecendo com os jovens, tenham uma atitude, mudem e não deixem o mundo se acabar desta maneira. E quem não é pai ou mãe ainda, pense muito bem antes de ser, pois se não forem tomadas atitudes agora, não vale a pena ter um filho, trazê-lo ao mundo para o qual está se acabando, evitem o sofrimento deles e dos que aqui ainda tentam fazer as coisas valer a pena.

Foi um prazer ter te conhecido e feito parte da sua história, o fim do mundo chegou, mas não é tarde para tentar mudar isso.

sábado, 13 de março de 2010

Sonhamos...

Hoje vou fazer minhas palavras em um enxuto texto, mas que fala a simplicidade do oceano, um pouco do que sonho para eu mesmo, do que espero para eu, e que sei que você deve esperar também para você.

Quem sou eu? Sou alguém que vive a realidade que tem, mas que sonha bem, mas bem alto, e um dia, ainda não descobri como, vou chegar bem lá no alto e realizar todos os meus sonhos. Bobo é quem não sonha alto, pois nem se permitir a sonhar é como se estivesse morto. Um dia eu encontro um verdadeiro amor, que precise de eu para estar ao lado, não apenas por interesses, mas para ser um porto seguro. Um dia ainda me realizo profissionalmente. Um dia compro a minha casa, como sempre sonhei. Um dia compro o carro dos meus sonhos. Farei e terei tudo isso, pode demorar, mas vou ter, e sempre lembrando de onde eu sai.Por isso eu sonho bem alto, mas vivo com os pés bem no chão.

Porque sonhar não custa, e dos nossos sonhos faremos nossa futura realidade. Só lembrando que esses sonhos são os sonhos que temos acordados, não as confusões que passam em nosso pensamento durante o sono.

Sonhos Perdidos

Quanto tempo de sonhos perdidos...

A vida passa e a gente não vê...

Um dia veremos que tudo passou...

E nada demais aconteceu...

Pessoas partiram, nos deixaram aqui...

Foram morar em outros lugares...

Ou foram e não voltaram mais...

Ficamos aqui sozinhos,

Vendo a vida passar em vão.

Sonhando é claro...

Com um pouco de tudo,

Com mais felicidade, mais dinheiro,

Mais amigos, amores, trabalhos,

Carreiras brilhantes...

Mas tudo não passa de sonho...

Depois de tanto sonharmos,

Chegaremos à conclusão,

De que partir também seria o melhor!

[André Luís Rech!]

quinta-feira, 11 de março de 2010

Parceiro Voluntário...

Bom, retornando à vida de trabalho e conhecimentos, chega de passear e viajar. (rsrsrs)

Nada me deixa melhor comigo mesmo do que ajudar as outras pessoas, ajudar ao próximo, fazer bem a alguém. Se eu tenho, e outro não tem, porque não dividir? Porque não ceder um pouco do meu bastante para o nada do outro? Sou parceiro voluntário, trabalho sem ter rendimentos financeiros, vivo da alegria das pessoas, de ver o sorriso de uma criança ganhando um presente, uma bala, um doce, de um adulto ganhando comida para alimentar os de casa, a gratidão de um; “Muito obrigado!”.

Esse ajudar se torna tão prazeroso, que acaba por ser inexplicável. Um dos meus grandes sonhos, que não são poucos, convenhamos, seria de voluntariamente trabalhar ajudando pessoas que perderam tudo, como na tragédia do Haiti, um país onde 1% das pessoas é rica, e os outros 99% não são pobres, são miseráveis, e mesmo sem nada, tem que recomeçar tudo. Já se diz por aí, que melhor é ajudar do que ser ajudado. E eu concordo e sempre falo. Por exemplo, para doar sangue, não dói, é de graça e ajuda a muitas pessoas. Ser um Parceiro Voluntário e abraçar a causa de diversos projetos é muito gratificante. Ensinar às crianças, não apenas faz bem, mas também se aprende bastante. Acaba por se ver tamanha importância que tem um professor, a responsabilidade que tem um professor, e o respeito, que nós alunos também devemos ter.

Parceiro Voluntário, algo que está na minha vida desde 2002, quando começando pela escola a limpar um terreno baldio, ajuntando lixo, depois em 2003 pelo projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania, quando participava por duas escolas. Em 2004 e 2005 fui aluno líder da Tribo Teofânia, quando aconteceu o grande marco do voluntariado em minha vida. Uma das nossas atividades era fazer e doar tocas de lã para crianças pobres da escola, então nos reuníamos em casa à noite e fazíamos tricô, acreditem, eu sei fazer, uma das diversas coisas que também aprendi a fazer como voluntário, trabalhamos várias e várias noites, até estar prontas as tal tocas, e no dia da entrega, chegamos na escola, quando entregando para as crianças, uma delas pega a toca da minha mão, me agradece dizendo “-Tio, muito obrigado, agora não vou mais passar frio para vir para a escola!” No mesmo momento em que me deu um abraço. Desde então, prometi para eu mesmo que jamais vou deixar de ser Parceiro Voluntário.

Ingressei também no Vida Urgente, no Projeto Miniempresa, doador de sangue, fotógrafo voluntário no Ronda da Cidadania, e assim por diante, um trabalho que sempre me faz bem, e que sempre vou fazer, não apenas por promessa, mas por caráter de ajudar ao próximo, e quem sabe um dia ser reconhecido junto aos tantos que trabalham ocultos, mas fazendo bem aos outros.

Lembrando também que sempre de uma maneira você está ajudando a alguém, não precisa estar ajudando uma velhinha a atravessar a rua, ou dando dinheiro a um mendigo na rua, dando comida para uma pessoa com fome, ajuntando um papel jogado no chão, ou ainda separando o lixo em casa (isso que é OBRIGAÇÃO), mas podes estar ajudando aleguem com o simples fato de existir, de estar presente na vida de algumas pessoas, alegrando corações e deixando pessoas felizes.

Parceiro

Ajudar sempre

Sem olhar a quem

E de retorno esperar, nada.

Se acaso vier, um obrigado

Parabéns, conseguiu

O melhor do Voluntário

Ajudar sempre

Todos a sua volta

O triste, o pobre

O alegre, o rico

Quem é que não precisa de uma mão amiga

Se for com comida, dinheiro

Ou mesmo uma palavra de conforto

Sabe que você ajuda mesmo sem saber

Deixa corações alegres todos os dias

E o motivo, é bem simples

Simplesmente porque você existe.

[André Luís Rech!]