terça-feira, 17 de abril de 2012

Disco Voador...

Alguém mais viu o disco voador no céu de Garibaldi - RS?

Marque...

Foi como eu disse, um dia a chuva ia passar. Nada ia ficar como estava, meu pensamento iam voar pelo mapa a fora, saindo de um mundo de estações climáticas e ignorantes momentos de pensamentos fúteis. E o final, o final está longe, muito longe de chegar, pois o começo, nem chegou, é isso, parece confuso, mas está tudo acontecendo, e nada começou ainda, é apenas um dia de sol que está clareando nosso momento de vida, quem sabe, assim como eu ninguém vê isso, mas logo sairá de forma nossa vida múltipla, e o conhecimento do novo, do diferente fará uma mudança irreal.

Porque sentir isso que é diferente, apenas sentir, aproveitar o momento de sentir, isso não tem preço, talvez deixar as coisas passarem do limite em um primeiro contato, pode ser uma falha, uma simples falha. É estranho, talvez pela confiança que já se tem, ou também pelo calor que sobe ao mundo, dentro de um canto fechado, escuro e desvigiado.

Estar aberto a novas sensações e viver um atentado turbulento, até sentir a presença apenas ao lembrar, é, parece ser algo de outro mundo, de outro momento da vida passada, mas é algo que eu sinto toda a vez que em alguém penso. Alguns já me disseram que isso é amor, é paixão, mas receio em crer, e faço ser apenas uma amizade. Dentro de mim, pode até dizer que não, mas a razão me faz agir sem emoção e me mostra o que já sei, que lá no final das contas, vai me machucar menos.

Talvez, algo que possamos esperar em querer sentir um abraço todo dia, e sentir quando dá esse abraço, ter o mundo nos braço, estar abraçando tudo o que te pertente e mais o que não é seu também, enfim tudo o que existe, uma vibração positiva, uma paz, uma calma instantânea, que parece sumir com todos os problemas que existem.

Talvez, a gente está precisando mais de carinho do que de outas coisas, mais de um abraço e um cafuné, do que de dinheiro e presentes. Talvez a vida pode valer muito mais a pena do que você pensa, além de que a vida é curta, logo ela passa, e a morte nos leva. Nos leva daqui para ficar na lembrança, então para que a lembrança valha a pena, faça o que há de bom. Deixe pequenos momentos imortalizados na mente das pessoas. Como o simples toque no rosto, um olhar no olho, uma atitude, um palavra. Faça, acredite, mude, marque a vida das pessoas, como o ferro quente marca a pele.

sábado, 14 de abril de 2012

Chuva...

Caia chuva, chuva cai e mostre que um dia o tempo vai passar e vai estar aqui no mesmo lugar, onde te deixei um dia. Porque coisas pequenas, não se transformam em nada.

A água do poço pode secar, e um beijo me toca, molhando com água que não existe, uma pessoa que não existe.
Ou até existe, mas não pode existir.

Reconheço aquele som silencioso, que chora, na profunda noite de luz acessa, mas que nada se enxerga. Vendo ali móveis antigos, abandonados, e quem sabe, de alguém que pode um dia aparecer.

Não existe nada de real entre lábios e lábios, quando cai a ligação, apenas o que fica no ar entre nossos
lábios e ouvidos é o som que quebra o silêncio: tu, tu, tu, tu... Aquilo não há alívio imediato, pois consome a chuva como um delírio, e deixa culpado quem o criou.

Quando ela passa, ela fica ali, deixou seu rasto no tempo, no vento e no cheiro...

Ó chuva, que vem e vai de lá para cá e de cá para lá!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Fim de Tarde...


E hoje veio a noite caindo aos poucos, senti o seu sorriso
de longe. Sua energia há quilômetros mostra meu sentimento de felicidade, ou de
confusão.
Os rabiscos do céu foram como um alívio imediato para um dia
pesado. Nada imaginava, minha terra hoje, sem seu sentimento, aqui bem perto,
bem do seu lado.

Algo me diz que o que é maravilhoso, eu vou encontrar em
instantes... Será, fico mais confuso, me afundo ou vou explodir em
felicidade...

Talvez seja hoje, apenas, ou, seja hoje, para a vida
inteira.
Até!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

E hoje, acordei assim...

É, e hoje acordei com a vontade do simples, de pouco que é muito, do nada que é vida...
Depois, vi o dia passar e chegar ao fim... Sem parar de pensar, em algo que ainda é simples, mas se tornará grande...

E agora, a noite chegou... A Lua lá fora brilhou, e eu aqui, ao ouvir: “Estranho seria se eu não me apaixonasse por você, O sal viria doce para os nossos lábios, Colombo procurou as índias, mas a terra avistou em você, O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário”...

Resolvo por beber um vinho amargo e complexo, doce da noite amarga, já que de confusa e doce, chega a vida.

Acabando assim a vida, digo, a noite...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Foi em Uma Chuva de Verão...

Meu bem, está tarde preciso ir embora, já vou andando, sinto, mas a chuva lá fora esta me mandando, preciso levantar cedo amanhã. Agora já tivemos um ao outro, podemos andar para nossos caminhos. Até pode ser outro dia, mas não vai ser agora, de novo.

Quero só viver nosso presente, hoje, amanhã isso foi passado e só quero lembrar. Que vi flores ao seu lado, que vi o mundo abraçado em meus braços por minutos. Agora vejo apenas que poderia ter esperado mais de ti, e nada acontecido por acaso e repentino. Torcia para dizer não, e levarmos isso por mais tempo, deixando a curiosidade entretendo nosso pensamento malicioso. Agora tudo veio e passou como uma chuva de verão, deixando dois corações desolados, um cá e outro lá.

Mas depois de um tempo, quem sabe possamos entender o que um disse para o outro, que foi pouco, na verdade, muito pouco, poucas palavras foram ditas. Mas depois de algumas horas de sono, consegui entender que nada, talvez, quase nada é por acaso. Só preciso decidir qual é o acaso desse caso.

É? Confusão? Imagina só o que acontece dentro de uma noite, de idas e vindas desta vida sem noção? Imaginou? Respondido, sim, é confusão.

Mas nada que não abale uma relação, amigos, amantes, companheiros ou parceiros de um caso ou acaso. Acaba por ser cômico. Tudo é o que passa em uma noite de verão. De uma chuva de canção, de sonhar em curtir ao vivo um show de versão no rádio.

Ver o amanhecer acontecendo, com a chuva chegando, e o calor brilhando na testa. Vontade de sair correndo pela chuva, e rir da situação à vontade. Estar num local, adulto, onde isso daria para fazer, ninguém perceberia ou veria, se isso desmoronaria de olhos fechados ou abertos. Que tal, vamos? Com a ação sendo a resposta, lá vamos nós.

Acho que um banho de chuva não me acompanhava desde a infância, e com tanta emoção então, desde nunca.

Consegui ver que as vezes fazer coisas loucas e malucas na madrugada, perto do meu mundo vazio, faz sentido, ter visto a cidade lá do alto fez bem para o espírito e a alma, que voaram, longe, bem mais longe que lá. E assim, parando de confundir que um amor, pode valer bem menos do que um ficar por ficar. Que um amor de anos, trás muito menos emoção do que uma noite de ficar por ficar. E me mostro isso, o que é de repente e vazio, vale a pena, mesmo que depois fique só na lembrança de uma loucura vazia, de amanhecer perdido.

Mas aprendendo tudo errado, eu fiz o que não queria, e vi que a felicidade é como a vida, com alegrias e também tristezas, isso tudo, na mesma situação, mas depende do ponto de vista que se vê tudo.

Hoje já tive um poço de vontade de repetir tudo, mas minha sinceridade diz que não vai valer a pena, pois o desconhecido já foi conhecido e o que poderia ser para sempre foi apenas por uma noite, algumas horas. E o que vale tanto a pena na primeira vez, a segunda é só repetição de um sonho sem fim, que se torna sem muita graça.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Talvez, o Futuro...

Amanha talvez quem sabe o mundo faça algum sentido, o dia seja escuro e a noite clara, o mar tome seu sentido e o barco fique sem direção. Talvez amanhã quando começar a tempestade o claro da sombra dê algum sinal de vida e sobrevivência. Que amanhã talvez que a estrada saia do caminho e os carros sigam pelas entrelinhas das curvas acidentadas de um mapa que se segue sem destino, lembrando que a vida é um filme, e, pasme ela não tem diretor, pois o texto está escrito e quem dirige essa trama é o destino.

Destino esse que surge de dentro de um simples e louco abraço que nem sonha um dia encaixar. Mas que encaixando em alguém que está maluco, ou que é louco mesmo, que está bobo como você precisando se afastar. Mas dentro de tudo que cabe em mim, está quase morto, por faltar algo que não deixa feliz, que não dá motivos para ficar perto e vivo. Pois dentro do teu peito, que lê isso agora, maluco que joga essas letras sem sentidos no papel esta quase sem ver nada, sentindo o fim da história que me olha de canto de olho.

E nem vê o tempo que passou, sente tanto vazio, mas me faz lembrar aquela divertida mensagem que me mandou em noite quente de um verão recente. E tive talvez muito medo de amar de novo, mesmo daquele passado tirando coisas boas de nós, fechando os olhos para aquilo tudo que não prestou e fazíamos coisas que não queríamos. Tudo por querer viver um tempo que não parou, e nem pudera, pois éramos tão criança. Até um dia tudo mudar e mentindo para mim mesmo, desisti de tudo. Sem deixar a porta aberta, vivendo na solidão, vivendo sem medo e mostrando ser forte.

Até que um dia fui vencido pelo mar que brilhava o sol na noite, em algum outro lugar do mundo, mas o meu o orgulho me fez sentir a própria felicidade na luz da lua, refletida no brilho dos grãos de areia.

Não querendo ver o que seria o melhor e mais certo para mim, ou para nós dois. Ou será que isso não passaria de apenas uma viagem maluca do passado enviada para o futuro sem parar no presente? Nossa, estou completamente confuso agora. Sem saber o que fazer e para onde ir, como agir.

E nada passa daquela chuva inesperada que vem na tarde quente de verão e molha nosso rosto escondido frente a um mundo desconhecido e novo para ser descoberto. Mas com medo do que pode descobrir, de alguém que pode nem saber, mas que está nessa hora a ouvir a mesma música que você ouve, e toca o sentimento, enchendo os olhos de lágrimas ou o peito de força e coragem, para seguir vivendo em paz.

E pensa naquela hora que poderia ter acontecido tudo o que em nosso pensamento aconteceu. Mas vê que foi melhor não ter feito a loucura de unir a loucura com a sanidade e largar um mundo ganho, para ganhar outro, deixando para trás o passado que é de grande valia na vida de um homem.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Amor Líquido...

É o amor. Que diabos é isso? Escuto por aí esses dias. É algo bem estranho mesmo, pois chega de vagar, abraça com carinho e depois pisa com jeitinho.

Hoje tenho visto o amor como algo líquido, é tão difícil ver um relacionamento dando certo. O amor parece ter tornado apenas um momento comercial. Nada mais daqueles grandes momentos românticos antigos, hoje entre os mais jovens um momento romântico não passa de perda de tempo e uma bobagem.

Um casal não está fácil de durar tanto tempo junto, um tanto pela falta de compreensão da vida do outro. Das necessidades de mudança para a boa convivência. Vejo hoje que tem gente que não consegue entender e aproveitar brincadeiras de seu companheiro, só gosta de falar e fazer coisas sérias. Por vezes é bom sair da rotina.

Sabe-se também que outras pessoas de fora do relacionamento podem influenciar, as vezes positivamente mas na maioria negativamente. Se o casal já não está nas melhores fases e alguém de fora dá uma simples ‘olhada’ para alguém, se foi, uma crise pode acontecer. Então fica a dica para alguns casais aí que eu conheço, ignorem algumas brincadeiras, entrem no clima, deixem de ser sérios por momentos e sejam felizes.

Ainda falando em amor, tem dias que a gente confunde tudo na cabeça. É simples gostar de algo e de alguém, pelo menos a quem se apega fácil. Apego não quer dizer amor, mas de tanto apego, tudo se transforma em amor. E um simples cafuné, uma boa conversa, um dia feliz, um carinho, um beliscão, quem sabe até uma mordida. (rsrsrs) Caramba, o que acontece com a gente depois disso. Parece tão normal, mas é tão diferente, não estou conseguindo entender, nem saber o que pensar e muito menos o que fazer. Acredito que ficar aqui bem quieto e na minha. Deixa o mundo chorar e o céu desabar. Porque a confusão da vida a gente resolve, mas tem coisas que nem o coração e nem bruxaria explica.

Ainda diz uma música por aí, só se sabe se é amor depois que se prova o prazer. Então o que tá esperando, borá lá provar? Algum dia quem sabe se provará, mas depois de passar toda essa confusão que não faz sentido nem trás ilusão, porque na verdade é uma desilusão.

Sabe um sentimento líquido que escorre por entre os dedos? Muito bem acho que é isso mesmo.

Nem eu, nem você e nem ninguém pode entender. Simplesmente quem vive saberá o que é... E eu não tenho certeza, mas acredito que não quero viver...

domingo, 22 de janeiro de 2012

Pegos Pelo Tempo...

Pegamos o tempo passando, e nos agarramos com ele, conhecemos e queremos pessoas que sabemos tão pouco. Que vão nos ganhando e levando. E acabamos por momentos criado um laço tão forte que é indiscutível, e também nos ferem tão gravemente que deixam marcas profundas.

Com isso acabei dando a mão para o futuro e deixando o destino mostrar a direção. Viver no novo e na novidade é magnífico, mas temos por vezes que olhar para trás e onde vemos que o passado deixou memórias. Esse ano as novidades foram grande e boas, como no outro. Algumas coisas do ano acabamos deixando e outras criamos. Novidades temos, algumas coisas novas em minha vida tem mudado muitos, alegrias e novos amigos, além da satisfação de mostras o quão bom é de trabalhar e ver os outros felizes, voluntariamente. O trabalho está bacana e progredindo cada vez mais. Saúde tranquila, o amor nada de novo, ‘apaixonites’ loucas e curtas, mas nada real e verdadeiro, só aventuras abstratas, como de costume.

Como sempre as coincidências a acasos que me perseguem sempre, sabe-se que no novo ciclo no anzol da vida uma paixão abocanha a isca em forma de coração que repousa e tudo muda. Muda para melhor enquanto é novidade e para melhor ainda quando tudo se acerta, a não ser que não tenha futuro, neste caso, tudo volta ao que era antes.

Sento que sempre se tem um fim, até para aquelas coisas que param e ficam ali, paradas no tempo, no sol, na chuva, na lua, no ar. Sendo que ali parada, tudo se mostra o pecado e o paraíso, que moram ao lado. Duvida? Não, não duvide, pois quando os melhores momentos da nossa vida passarem, alguém vai estar te olhando de algum lugar.

Seja levada a vida de all star ou de pés descalços, ninguém tem que dar-te explicação pelo que anda, pelo que pisa e come, ou até pelo que respira. Por vezes é tão estranho gostar de alguém que é impossível ter do lado, mas as vezes não se vê a hora de estar junto novamente e terminar aquela conversa que começamos outro dia. Nossa, uma vontade louca de correr a abraçar, nunca mais querendo soltar. Até se diz que te guardar num potinho seria a solução. Mas o destino, vai mostrando toda a direção e um dia ele estranho ou não me faz ver que somos já velhos amigos, pelo menos, é o que parece. Parece tudo tão exato, mas também tão abstrato ou irreal. Seria mais uma vez uma coincidência ou um acaso? Alguém me explique por favor? Só sei de uma coisa e repito, não vejo a hora de te reencontrar para terminar aquela conversa...

domingo, 2 de outubro de 2011

De Coração, Sincero...

Sou o brilho que te olha das estrelas, quando me olhas para estrelas no céu. Sou aquele teu segredo mais oculto, quando em teu peito a dor apela a alma querendo sentir novamente um arrepio, de um beijo. É uma alegria sonhar que ainda lembra-se do nosso tempo, quando a pele protegia o sol e o sol fazia nosso dia feliz, machucando que dormia, na hora da partida, lembro ainda que éramos tudo um para outro, teu mundo era apenas meu amor, entendo hoje, mas não entendia até então.

Queria ser sempre o calor de um beijo bom no seu rosto ao acordar te dando um novo sorriso ao clarear do sol, iluminando a alegria de uma cigarra que canta e canta. Que todo dia que acordamos juntos os seus braços estivessem abertos para me envolver, no mais caloroso de todos os que tive até hoje.

Paro as vezes e fico pensando, daquele nosso amor, explodindo na adolescência que nos prometíamos tudo e nada ao mesmo tempo. Apesar de tantas brigas, nunca esqueço de tudo o que foi especial. Eu sonhava com a riqueza que nosso futuro prometia. Mas também pensava que éramos tão pequenos e novos para pensar em futuro. Hoje vejo que poderia ter ajudado um tanto de maturidade em nosso passado, mas imagino que certezas de um caminho tivemos, mágoas, e delírios. Partidas e despedidas. Até ficar sem você, sem notícias de você, um silêncio inquebrável que você não quebrava, e nem quebrou.

Me pego as vezes sentado olhando ao nada e com lágrimas cortando o rosto, lembrando de tudo, do seu perfume do cheiro da sua pele e do mel da sua boca com carnosos lábios que ferviam em paixão, quando não quebravam o silêncio e machucavam com dolorosas palavras.

Você era para mim complicada demais, e eu para você de mais complicado. Passado como eu disse, hoje para mim te acho perfeita e para você perfeito. Pois tenho capacidade hoje para te aceitar assim, complicada demais.

Voaria hoje em sua direção, onde quer que esteja, fazendo o que você quiser, um dia que lhe faço delirar em paixão, colorindo em puro arco íris o céu azul, ou até nebuloso, voando hoje como pombos livres no céu, de um paraíso de mel e mostrando o quanto se apaixonou.

Ver você naquela noite, conversar novamente com você depois de tanto tempo, me faz até agora, aqui lembrando, tremer as pernas. Olhar o fundo dos teus olhos azuis como o mar e não suspirar fundo é o mesmo que ninguém comemorar o sol em um dia de frio. Pegar na sua mão e não tremular a voz é inevitável, abraçar-te e sentir no meu peito o coração que no teu dispara, precisando disfarçar que não via seu nervosismo.

Mas acabei me perdendo no caminho e mostrando o pó das fotografias que não existem mais, e estou aqui agora para mostrar que em todas as formas eu vou me transformar para ficar ao seu lado. E vou te provar agora o contrário do que dizem por ai, que na vida nada é para sempre, pois o que vivemos é para sempre sim, e vou te fazer perder a voz, arrepiando todo o corpo fazendo a lembrança do passado te fazer viver a vida mais uma vez. Como fez aquele tempo em que descobrimos juntos a vida. Tenho saudade também daquela nossa amizade cúmplice, que fazia tudo o que há de ruim virar poeira e o bom transformava em felicidade.

Lembro ainda quantas vezes chorei sonhando com nossa vida, e acabei vivendo pesadelos. Queria tanto viver sonhos com você hoje, e quem sabe viverei, depende de você, porque o que depender de mim, meu coração já é seu!

PS: Nada como lembrar de um reencontro com uma das pessoas mais importantes da minha vida, L.A., estou afim de reviver tudo aquilo, afinal São Paulo é logo ali.